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19/08/2007 09:18

LOST: Proibiram o Blog do "Hurley"

Recentemente o ator Jorge Garcia, que interpreta o personagem Hurley de LOST, começou a escrever um blog como uma forma de matar o tempo no Havaí, local onde a série é gravada. Em Dispatches From the Island, (“Despachos da Ilha”) o simpatico gordinho countou alguns detalhes sobre os bastidores da série, incluindo o dia de início das gravações, provas de figurito etc. O blog possui uma interface nada elaborada, já que esta é uma iniciativa do próprio ator. Porém, em 15 de Agosto ele mandou uma postagem com os dizeres “o roteiro é demais, é só o que posso dizer”, o que deixou os produtores bastante preocupados, porque todos querem manter a quarta temporada em sigilo absoluto. Em virtude disso, Garcia foi advertido pela produção e ele teve que procurar outros assuntos para postar. Agora ele fala sobre temas triviais como “cachorros” ou “coisas que deseja”. O blog vai continuar, mas nada específico sobre a série poderá ser divulgado. A nova temporada de LOST estréia em Fevereiro de 2008 nos EUA e logo depois deve pintar por aqui.

enviada por Bruno Carvalho



18/08/2007 17:26

Angelica Huston Entrará em Medium

A Variety trouxe essa semana uma boa notícia para os fãs de Medium! A talentosíssima atriz Angelica Huston entrará para o elenco da série na próxima temporada para um arco dramático que inicialmente durará seis episódios. Ela será Cynthia Keener, uma investigadora que trabalha numa empresa chamada “Ameritips” e fará diversos (e incomuns) negócios com Allison, a protagonista interpretada por Patricia Arquette. O criador da série Gleen Gordon disse que optou por Angelica porque queria uma atriz que se sustentasse bem em cena junto com Arquette: “é a virada criativa perfeita para começar a quarta temporada”, acrescentou. Medium volta em 20 de Janeiro na NBC americana e ainda não tem data para estrear no Sony.

enviada por Bruno Carvalho



17/08/2007 03:33

Os Polígamos Estão Voltando!

Sim! Bill Hendrickson e suas três mulheres Barb, Nicki e Margene já estão prontos para voltar para a segunda temporada de Big Love na HBO, no dia 9 de Setembro. Eu já conferi boa parte do novo ano e posso garantir que está imperdível. O texto está mais afiado e as situações cada vez mais tensas e imprevisíveis. Nunca a televisão abordou a poligamia de forma tão real e aberta, nesta curiosa produção de Tom Hanks. Bill foi criado na Juniper Creek, uma comunidade religiosa do interior de Utah que prega o casamento do homem com mais de uma mulher. Bem sucedido nos negócios, ele estabeleceu-se em Salt Lake City com suas três esposas. Em seus lares existem um sistema: cada noite ele passa com uma delas e se revezam em turnos nas casas conjuntas.



Estressado, Bill vive sob constante pressão das três esposas, com uma quantidade absurda de responsabilidades. Afinal, são três casas, sete filhos e o encargo de esconder da sociedade este segredo para continuar mantendo o peculiar estilo de vida. Achou a trama forçada? Pois saiba que esta ainda é uma realidade vivida por mais de 40 mil pessoas nos EUA, segundo dados da Attorney General's Office. Chega a ser desconcertante conceber que a naturalidade das situações tem como pano de fundo os ensinamentos dogmáticos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada justamente no estado de Utah por Joseph Smith Jr. Big Love é uma série bastante atrevida em retratar o tema, já que a igreja Mórmon não permite a prática de poligamia há mais de 100 anos (para uma segregação da religião, o casamento plural ainda é a chave para a eternidade). O LiGado em Série fará cobertura imediata da segunda temporada, junto com a HBO brasileira. Já foram encomendados mais 12 episódios para o terceiro ano da série, que deve estrear em 2008.

enviada por Bruno Carvalho



16/08/2007 13:28

ANTM: A Sessão do Descarrego

Não, não estávamos assistindo à Record depois da meia noite, mas na primeira parte de America’s Next Top Model desta semana vimos uma legítima sessão de descarrego. Descabeladas e aos berros, as modelos literalmente descarregaram suas mágoas umas nas outras, orientadas por uma professora de teatro. Quanto chilique... Pelo menos foi legal ver CariDee participando de One Tree Hill, já que ela foi ganhadora da prova do “cinema mudo”. Agora, o que foi o aquele modelo imbecil em Barcelona, dizendo para Jaeda que “não gosta de mulheres negras”? Pior que isso é o programa endossar esse tipo de comportamento, ao invés de substituí-lo de imediato (tinham uns dez modelos lá)! Já as tomadas do tal comercial de desodorante catalão foram divertidas de assistir de tão ruins, mas a eliminação de Jaeda fez Tyra atingir o ápice de sua insensibilidade, pelo que a modelo passou durante as gravações. Tudo bem que ela não foi bem, mas Amanda e Michelle também não foram e elas são clones! Sinceramente, a cada semana Top Model consegue descer mais no meu conceito. Vamos ver como será o próximo...

enviada por Bruno Carvalho



15/08/2007 20:36

Studio 60: A Grande Matéria

Cotação LiGado em Série:

Eu confesso que já assisti à temporada completa de Studio 60 e por causa do cancelamento precoce eu sou um pouco saudosista para falar desta série. Foi sem dúvida uma das melhores estréias da última temporada (quase empatando com Dexter) e foi interessante perceber que a Warner estava dando um bom desta à produção. Sim, eu disse “estava” porque ontem recebi a péssima notícia de que o canal vai “atropelar” a exibição da série a partir de 19 de Setembro, passando para dois episódios seguidos por semana. É uma pena, já que o excelente texto de Aaron Sorkin precisa ser degustado com calma e por mais tempo (fizeram isso para não atrapalhar as estréias de novembro). Parece que realmente não querem dar uma chance pra série se consolidar (enquanto grandes porcarias são insistentemente reprisadas).



Em mais um excelente episódio, a repórter da Vanity Fair continua acompanhando os ensaios nos estúdios da California fazendo sua grande matéria sobre o programa. E como uma boa jornalista, Marta percebeu logo que o melhor de Studio 60 é a química latente entre Matt e Harriet. Também foi comovente constatar que o talento autoral de Matt só começou a despontar quando Harriet foi contratada para o elenco, deixando claro que ela foi e ainda é sua musa. O mais interessante, porém, é o fato de que a série já começou após o fim do relacionamento do casal, uma decisão sem dúvida corajosa, pois tudo que sabemos dos dois precisa ser lembrado ou subentendido. Mais uma vez também os bastidores tomaram conta de boa parte do episódio, e foi demais acompanhar os ensaios ao som da cítara de Sting. Studio 60 serve pra mostrar que uma série pode ser boa sem grandes cliffhangers, mas com um belo conteúdo.

Resenha do episódio "1x05: The Long Lead Story", exibido em 15/08/2007, às 20h.

Perguntas: Donas de Casa Desesperadas

23h: Estou acompanhando agora a estréia de Donas de Casa Desesperadas, que é uma cópia muito bem produzida de Desperate Housewives, e queria saber: tem mais alguém assistindo? Por que alguns personagens da série, incluindo todas as crianças, foram dublados? Será que a verba pra contratação de atores brasileiros acabou e aproveitaram os argentinos que estavam por lá em "Arvoredo"?



E será que não poderiam ter adaptado o roteiro um pouco mais? O texto é idêntico ao original! Eu achei que seria uma espécie de versão com um toque brasileiro e não um clone! Por conta disso tudo soou muito artificial, igual aquele bilhete no final: "você fez uma coisa muito feia, é terrível". A iniciativa da Rede TV! foi boa, mas acho difícil emplacar. Ah, e Sônia Braga de narradora simplesmente não convenceu. Preferia ela em Alias...

enviada por Bruno Carvalho



15/08/2007 00:24

Ator de Criminal Minds é Desprezado por Colegas

O ator Mandy Patinkin, que recentemente abandonou a série Criminal Minds sem avisar ninguém, precisou voltar para gravar a “saída oficial” do personagem Gideon da trama, agora que o ator Joe Mantegna (de Joan of Arcadia) foi escolhido como seu substituto. Mas em virtude do descaso com toda a produção, Mandy teve que gravar a cena sozinho, porque nenhum colega de elenco quis contracenar com o dissidente. E não foi só isso: o TV Guide ainda apurou que uma equipe técnica inteira (com iluminadores, sonoplastas e câmeras) precisou ser contratada para gravar as cenas, já que os regulares também se recusaram a trabalhar com o ator.



Realmente ninguém engoliu essa história, incluindo o ex-colega de elenco Shemar Morre, que disse abertamente na imprensa: “ele foi completamente irresponsável e deveria ter tido mais respeito conosco, porque trabalhamos juntos como um time”. Os redatores explicarão a saída de Gideon no primeiro episódio da nova temporada e o personagem de Mantegna, David Rossi, será um ex-agente especial do FBI que aceitará o encargo de chefiar a equipe que ficou sem um líder (ele vai entrar no quinto episódio). A terceira temporada de Criminal Minds volta em Outubro nos EUA e não tem data para estrear no AXN.

enviada por Bruno Carvalho



14/08/2007 13:21

Nova Temporada de Weeds Estréia em Novembro!

O canal GNT anunciou esta semana a estréia da terceira temporada de Weeds somente para o mês de Novembro deste ano, assim que acabarem as reprises da segunda temporada, que começaram ontem. Vale lembrar que o segundo ano foi originalmente exibido no Brasil em 2006, pelo mesmo canal. A série conta a história de Nancy Botwin, uma dona-de-casa que se vê obrigada a vender maconha para sustentar sua família após a morte de seu marido. A terceira temporada retomará a história no instante em que foi interrompida e veremos que a vida aparentemente pacata do condomínio Agrestic será ameaçada pela construção do megacomplexo vizinho chamado Majestic. Também presenciaremos um impactante confronto entre Celia Hodes e Nancy logo no primeiro episódio e muita coisa vai mudar, inclusive dentro da própria família Botwin. Entrarão para a série como regulares o ator Matthew Modine e a atriz Mary-Kate Olsen (de Full House).

enviada por Bruno Carvalho



14/08/2007 00:01

Mulher Biônica Já Tem Casa no Brasil!

Nem Sony, nem Universal e nem FOX (ainda bem!). Quem comprou os direitos de transmissão da nova versão de Bionic Woman foi o A&E! O canal está surpreendendo cada vez mais, adquirindo séries como Numb3rs, Hidden Palms, Criss Angel: Mindfreak e Epitáfios. Conforme já adiantamos aqui no blog, Bionic Woman é uma adaptação da série homônima da década de 70 e conta a história de Jaime Sommers, uma mulher que sofre um terrível acidente e tem seus membros substituídos por máquinas. A original durou apenas 3 temporadas e era um spin-off do sucesso Six Million Dollar Man. A aquisição da série é estratégica para o A&E, que é um canal antigo na TV a cabo brasileira, mas que somente agora está se consolidando como uma emissora de entretenimento, com boas séries, minisséries e documentários. Infelizmente o canal ainda não divulgou a data exata da estréia por aqui, mas não deve demorar muito. A nova versão de Bionic Woman é uma adaptação de David Eick (da incrível Battlestar Galactica) e tem produção da NBC Universal.

enviada por Bruno Carvalho



13/08/2007 13:14

Heroes: Trailer do 2º Volume e HQ Animada!

Já estão com saudades de Heroes? Pois bem, nós já comentamos aqui no blog sobre a graphic novel da série, que conta diversas histórias paralelas e complementares à trama da TV. Pois bem, como a 2ª temporada ainda não começou nos EUA, o canal NBC resolveu dar mais um presente para os fãs que não agüentam ficar sem seus heróis favoritos: agora a história em quadrinhos oficial também é animada! Ah, e o melhor, é de graça! Para assisti-la, é só acessar o site do canal, lembrando que somente a partir da edição 45 a opção de ver com animação está disponível. Por isso, se você ainda não conferiu as edições anteriores (que são estáticas), corra e atualize-se! Heroes volta no dia 24 de Setembro nos EUA e no Brasil deve estrear somente em 2008. Veja o trailer. Novos heróis, novas histórias e como era esperado: Sylar mais vivo do que nunca! Estou apostando alto nesse segundo volume. Acho que finalmente a série mostrará a que veio, depois dos (leves) deslizes da primeira temporada.

enviada por Bruno Carvalho



13/08/2007 05:06

Primeiras Impressões: Pushing Daisies


Do produtor de Dead Like Me e Heroes, Bryan Fuller, e dirigida por Barry Sonnenfeld (MiB, A Família Addams) a nova aposta do canal americano ABC no segmento dramático, intitulada Pushing Daisies, é bastante arriscada. No piloto conhecemos Ned, um sujeito que quando criança descobriu que era capaz de trazer os mortos de volta à vida com apenas um toque. Não “apenas” isso: com outro toque, ele também devolve a morte a esta pessoa e o tem que fazer em menos de um minuto, senão outro morre no lugar. Uma premissa sem dúvida muito peculiar. Para contradizer o clima mórbido que rege a série, utilizaram cores vivas e enquadramentos frontais em praticamente todas as cenas. Já adulto Ned trabalha fazendo tortas e nas horas vagas ajuda um detetive particular resolvendo homicídios e coletando recompensas.



Ele literalmente acorda as vítimas, pergunta quem foi o assassino e depois as coloca para “dormir”. Mas esta vida aparentemente tranqüila e estagnada muda quando ele se vê obrigado a trazer sua antiga paixão de infância, que fora assassinada em uma viagem de barco. Sem ter coragem de matá-la novamente, Ned agora tem que desvendar o crime vivendo um eterno dilema, já que ele não pode encostar em sua amada nunca mais. É tudo muito confuso, claro, e o piloto lembra demais filmes como Peixe Grande e Os Excêntricos Tenembaums. A direção de arte é primorosa e tudo parece acontecer em um universo paralelo. As atuações são singelas e uma insistente (e às vezes irritante) narração britânica toma boa parte do tempo de exibição, explicando cada detalhe de cada ação dos personagens: “este é Ned depois de 19 anos, 34 semanas, 1 dia e 59 minutos”.



Veredicto LiGado em Série: Infelizmente, o maior trunfo de Pushing Daisies poderá ser a sua ruína: o excesso de fantasia. A série não possui quase nenhum elemento “mundano” que estabeleça um tom de plausibilidade no que está sendo mostrado, deixando transparecer que tudo pode mudar a qualquer tempo de acordo com a vontade do roteirista. Isso inevitavelmente irá afastar o telespectador médio, fazendo com que a série caia rapidamente no ostracismo do concorrido primetime norte-americano. Eu sinceramente não gostei e nem desgostei do que vi, apenas não fiquei empolgado para continuar a assistir (e sei que minha opinião é um pouco isolada). Acontece que eu realmente não consigo imaginar uma segunda ou terceira temporada, ou quem sabe até uma primeira completa. Sim, Pushing Daisies é artística ao extremo e tecnicamente impecável nesse quesito, mas acho que exageraram na dose de liberdade poética.

A resenha é uma análise fria e inicial do piloto da série que foi divulgado pelo canal ABC e podem ocorrer mudanças na versão definitiva, que estréia somente em 3 de Outubro nos EUA.

enviada por Bruno Carvalho






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